Ginastica-laboralOlá amigos… e… veio o novo ano.

Bom, 2014 é um ano que promete! Depois de um 2013 complicado com a adoção do sistema de pareceres esse ano já tenho melhor domínio sobre a ferramenta e o bom é que estou mais tranquilo… bem tranquilo…

Ainda não sei quem serão meus alunos, terei muitos momentos de saudosidade ao lembrar dos que foram, tanto os que se formaram quanto os que simplesmente trocaram de escola (eu amaldiçoo vocês por isso). Mas quero apenas fazer esse post para falar que estou ansioso pelo retorno de vocês e dizer que quero continuar com algumas das inovações tardia que coloquei nos anos passados. À todos que usam o facebook, não esqueçam de atualizar os grupos de vocês, vou me retirar dos grupos que pertencem às turmas de 2013 e peço que mantenham o ritmo e criem novos grupos para facilitar o estudo de vocês e minha comunicação com a turma, não esqueçam de me adicionar assim que os grupos estiverem criados e informar que pretendo manter aquela tabela online que propus bem na finalera do ano para acompanhamento dos trabalhos que vocês enviaram (isso é bom tanto para mim, quanto para vocês) e… vou retomar o minuto da ginastica laboral, a famosa “dancinha” (como eu odiava ouvir isso!).

Para os que não fazem ideia do que estou falando, em 2012, antes do meu rádio morrer, eu tinha o costume de trazer uma música e colocar bem no início da aula e convidar os alunos a se espicharem os ossos, fazendo uma breve ginástica laboral. Confesso que essa é uma das coisas que mais sinto saudades do ano de 2012 (fora os queridos e queridas que conheci nesse ano quando comecei a trabalhar no turno da manhã). A dancinha era um momento descontraído, vocês prestavam bem mais atenção nas minhas aulas depois disso e era uma fonte de alívio do stress do ônibus, de alívio das picuínhas entre os colegas de turma (hahahaha) e mesmo do professor que vos fala que ganhava em qualidade na aula ao invés de perder minutos com aquele gesto. Bem, era isso, que venha 2014 e  nos vemos na segunda que vem.

Abraços amigos!

Professor Fernando.

adesivo-decorativo-moto-24003_5bdde11dceadf06f2a0af1d612fd123fPois bem, acho que todos diriam que se começa fazendo as auto escolas e tirando a carteira de motorista e de fato, está certo. Essa parte estou em trânsito, já estou nas aulas finais e em duas semanas presto o exame de adição para a categoria A. A decisão de ter uma moto é nova, dez anos atrás jamais a teria, mas as distâncias, o alto consumo de combustível do automóvel, e pura falta de dinheiro me fizeram pensar com carinho a respeito de motocicletas. Pois bem, para alguém já conhecedor do mundo das duas rodas, escolher uma moto pode ser uma tarefa legal, mas para mim, que mesmo antes de fazer o exame para a categoria B nunca tinha dirigido um carro, falar em motos é um campo completamente novo, quase um mistério, algo completamente confuso e dominado por opiniões confluentes e estereótipos que não são amistosos ou realmente orientam quem está chegando agora. Então, resolvi fazer esse post para contar minhas experiências e dividir um pouco cm vocês minhas maiores dúvidas. Read on »

Christine ChubbuckAcho… ACHO… que esse será o mais doido de todos os casos noticiados aqui. Christine Chubbuck, nascida em 1944, era uma repórter em ascensão que sofria de depressão, chegou a provocar em si mesma uma tentativa de suicídio por overdose de medicamentos em 1970, aos 25 anos de idade. A tentativa de suicídio fazia parte de um quadro de dificuldades de relacionar-se com outras pessoas. Sabia-se que Christine também pressionava a si mesma para perder a virgindade e engravidar devido a uma cirurgia no ovário que em dois anos a contar da cirurgia a impediria de ter filhos.

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